Como podemos estar protegidos de Promotoras Imobiliárias, menos idóneas, como a SGAL?
Gostaria de levantar esta questão no Fórum, muita coisa se fala e pouco se sabe em como realmente actuar quando se compra um apartamento em planta e depois temos alguns dissabores, quer nos materiais aplicados, quer na aplicação menos correcta dos mesmos materiais. Maus acabamentos, problemas com o gás, infiltrações, etc.
A SGAL não passa de uma promotora imobiliária que quando é chamada à responsabilidade diz que quem construiu foi a MSF. Por sua vez a MSF vai dizer que a culpa é dos sub-empreiteiros.
Quem não tem nada a ver com isso é o cliente que quer a qualidade dos materiais e dos acabamentos de acordo com o preço que deu pelo apartamento.
A SGAL refugia-se colocando no CPCV p/ ex. "Pedra X ou similar” e serve-se do "similar" para justificar os materiais de má qualidade ou com defeito que coloca nas fracções, como são exemplo essas pedras Travertino, Valverde, etc
Já li que houve alguém que contactou a DECO no sentido de ser esclarecido em como proceder, mas depois não colocou aqui nos fóruns a que conclusão chegaram. O meu contacto com a DECO não foi muito proveitoso já que me despacharam para o IMOPPI.
Não basta dizer que temos 5 anos de garantia e escrever cartas registadas à SGAL. Até para meter a SGAL em tribunal é necessário saber como fazê-lo. Não basta consultar um advogado qualquer, nem todos são idóneos, tal como a SGAL não o é, e podemos ver o nosso problema agravado.
Não se esqueçam que depois de reclamarem por escrito à SGAL têm 6 MESES para intentar a correspondente acção judicial.
E pelo que tenho lido, a SGAL não faz caso das reclamações, vai protelando as reparações e depois serve-se da “caducidade da acção”, pelo facto de ter passado os prazos legais e assim não repara as deficiências.
Agradecia que colocassem aqui as vossas experiências ou enviassem para o meu e-mail:
analispaula@gmail.com

